Ainda no dia 14 de maio...  escrito em quinta 21 maio 2009 12:59

Leitura do texto, mas com experimentação...

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Ensaio na Casa da Linguagem: dia 14 de maio  escrito em quinta 21 maio 2009 12:54

Quando saímos da mesa da casa do Marton para mexermos nossos corpos com alongamentos...

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Noite de ensaio sem o diretor  escrito em quarta 20 maio 2009 16:15

Este slide aí mostra algumas fotos dos exercícios de improvisação que fizemos ontem.Deem uma olhada (e uma lida) no que aconteceu na nossa noite sem  o diretor:

Ontem, 19 de maio, continuamos nossa jornada, mas o nosso diretor não estava presente, pois teve que ministrar aula de clown na ETDUFPA. Aula de reposição.

  Nossa noite começou com os exercícios de alongamentos. Puxa pra lá, estica pra cá, faz massagem no corpo do outro.Tudo conduzido pelo Feijão. É, ele está indo aos ensaios, mexendo o seu corpo conosco.  

  Depois dos alongamentos, em círculo, fizemos a brincadeira do "Cadê o pato". O meu amigo do lado direito me perguntava "Cadê o pato?" e eu repondia "Que pato?". Ele dizia "O pato!" e eu " Ah, o pato". Assim vai criando um jogo em que vamos perguntando uns aos outros e quando num giro completo se mudava as entonações das perguntas.

  Após, nós partimos para uns exercícios de improvisação, propostos por Adriano e Alessandra.

1. Em dupla, nós teríamos que criar uma conversa, sendo que ela sera formulada somente com perguntas e em torno de um tema.

Exs.: 

Cinema

-Tu vais no cinema?

-Tem pipoca?

...

Circo

-Tem ingresso?

-E o mágico?

...

2. A mesma dinâmica, mas em trio.

3. Em dupla, nós teríamos que contar/criar uma estória, em torno de um tema, sendo que cada pessoa ia falando somente uma palavra.

Ex.:

Parque

- Eu

-fui

-ao

-parque

-quando

-vi

-uma

-gata

...

   Ainda fizemos um outro exercício, mas não estou lembrando muito bem o jogo.

   O último trabalho do dia foi a leitura do texto. Pegamos as cenas IV (Harpagon-Sônia, Elisa-Alessandra e Cleanto-Adriano)  e V (Valério-Vinícius, Elisa-Alessandra e Harpagon-Villella. A leitura foi feita com movimentações no espaço. Ontem, quem leu a Elisa foi Alessandra, pois Andrea não esteve presente. E Sônia também  alternou com Marcelo Villella.

  Depois da leitura, partimos para um exercício com Sônia, Alessandra e Adriano proposto no ensaio anterior pelo Marton: exercício dos pontos fixos (é assim o nome, Marton?). Cinco pontos ficam marcados no chão a giz e nós temos que pensar uma trajetória nestes pontos. A criação é livre, só tivemos como indutor a relação dos personagens. Depois de pensar nessa trajetória, pensamos que ações estaríamos fazendo nesses pontos. E assim, depois dessa etapa, nós nos movimentaríamos, reagindo às ações dos outros personagens. Para mim, foi meio confuso, me senti perdida.Mas é um exercício para desconstruir mesmo.

   Bem, ontem, quem fez esse exercício foram Alessandra, Adriano e Sônia. Eles tiveram, desta vez, como indutor a cena IV. Não que eles deveriam fazer tudo que estava na cena, mas sim a ideia geral. O que foi interessante para mim, é que quando eles estavam desenhando as suas trajetórias, já percebia o encontro, o diálogo dos personagens. Depois de realizado a trajetória, eles partiram para o exercício de fato, andando e reagindo um com relação ao outro.E em cada ponto fixo, eles produziam um som. Apesar do receio pela ausência do Marton, já que ele conhece de fato esse exercício, o que eles criaram foi satisfatório, criaram uma relação e um jogo entre os personagens.

E assim foi a nossa noite de 19 de maio de 2009, na Casa da Linguagem.

Bjs,

Suani {#}

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Vídeo: leitura do dia 15 de março  escrito em quarta 20 maio 2009 16:10

Lá vai mais um importante registro das nossas leituras...

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O avarento em um consultório médico  escrito em quarta 20 maio 2009 08:30

   No dia 05 de março, fui ao Dermatologista, por conta de uma alergia que apareceu em minhas mãos. O horário de atendimento do Dr. era das 15h às 17h.Sabe que horas ele chegou? 16:45. Estávamos ( umas 11 pessoas e eu!!)  preocupados, pois o médico estava demorando demais. Eu não podia ir embora, pois minhas mãos não poderiam sair de lá sem uma "consultinha".

  Entretanto, enquanto alguns se entediavam, eu relia o texto de Molière. Fazia uma leitura silenciosa; em alguns momentos as palavras saiam não tão silenciosas!!!Pudera, ler um texto de Molière, uma comédia em silêncio é um tanto estranho.Teve um momento que ri e uma moça que estava ao meu lado, presumo eu, não entendeu de fato o porquê.Ela sabia que lia algo, mas o quê?

  Foi um momento muito gostoso. Nunca tinha feito isto: ler um peça na sala de espera de um consultório médico! Se não tivesse levado  O avarento, com certeza teria me entediado ou lido aquelas revistas (que sempre são as mesmas) à disposição nos consultórios.

  Levem sempre consigo um Molière, ou qualquer outro autor, seja de teatro, poesia, romance...Leve seu livro favorito! Amei passar aquela espera com Molière.

  Bises et  une bonne lecture!

Suani{#}

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